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Você já ouviu falar em acessibilidade digital?

Sabemos que a tecnologia mudou a forma como lidamos com o mundo e proporcionou facilidades em todos os aspectos da vida contemporânea. A maioria das atividades que realizamos atualmente, de alguma forma, precisam de ferramentas e conexão com a internet. Mas você já se perguntou se essa navegação é realmente acessível para todas as pessoas?


Com base nesse questionamento vamos te contar um pouco mais sobre um conceito chamado de acessibilidade digital. Ele surgiu com o objetivo de tornar os sites e portais online mais inclusivos, garantindo que todas as pessoas consigam navegar, aprender e interagir no meio digital, independente de limitações físicas.


Para você entender a importância de discutir esse assunto, o censo do IBGE diz que no Brasil, cerca de 45 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência. Isso equivale a 23,9% da população brasileira, um número bastante expressivo. E levando esses dados em consideração, fica claro que acessibilidade digital visa, acima de tudo, fazer com que esses cidadãos se sintam aptos para desenvolver projetos, estudar, trabalhar e realizar atividades comuns do cotidiano, tendo a internet como aliada e facilitadora em suas rotinas.


No entanto, mesmo que o conceito tenha surgido para ampliar os horizontes, para que ele seja de fato inclusivo, ainda é preciso percorrer uma longa jornada. Pode parecer complicado no início, mas algumas ações fazem muita diferença e com o avanço tecnológico já existem ferramentas que podem ser integradas.


Um exemplo interessante de acessibilidade é a opção de áudio para quem é portador de deficiência visual, também é interessante incluir descrições das imagens que aparecem ao longo de um conteúdo e utilizar a hashtag #PraCegoVer. Outra dica é a inserção de Libras (Língua Brasileira de Sinais), essencial para quem possui deficiência auditiva e que já é utilizada em diversos vídeos na internet.


Mas se engana quem pensa que a acessibilidade está relacionada apenas a esses casos. Produzir textos mais simples e descomplicados ajuda, e muito, pessoas com dificuldade de leitura, como é o caso de quem possui dislexia e TDAH, por exemplo.


De modo geral, esses exemplos te ajudam a entender ainda mais como a acessibilidade digital pode ser incorporada. E agora, quando você se deparar com algum deles, vai saber identificar e poderá explicar a sua relevância para quem ainda não conhece.


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